GREVE GERAL NÃO DEVE ACONTECER!

GREVE GERAL NÃO DEVE ACONTECER!

GREVE GERAL NÃO DEVE ACONTECER! 

Paralisação contra as reformas? Ou será para defender os privilégios, as benesses dos dirigentes sindicais e das centrais, à custa da contribuição sindical que agora chega ao fim.

A massa de manobra existe, pois nas diretorias dos mais de 13.000 sindicatos de empregados existem pelo menos 91.000 dirigentes com estabilidade no emprego. Nas mais 3.000 entidades patronais, muitos também estarão apoiando.

Não os verdadeiros sindicalistas, preocupados com a categoria que representam efetivamente.
Será a greve dos que detém estabilidade sindical ou funcional, servidores públicos diretos ou de empresas ou autarquias.

Greve contra a reforma trabalhista?
Por que, se ela não retirou nenhum direito do trabalhador? Apenas ampliou os limites para negociação que só poderá ocorrer com a participação do sindicato dos empregados.

Em Bauru, o Sincomércio e Sincomerciários já estão dialogando para estabelecer limites em sua Convenção Coletiva que assegurem os legítimos interesses do trabalhador, trazendo liberdade com responsabilidade para nossas empresas, como sempre fizeram.

Em um mês curto como este, com três feriados prolongados, lembramos que até o quinto dia útil de maio as empresas deverão pagar os salários de seus funcionários.

Nos deixem trabalhar e atender ao público
O que esperamos de nossas autoridades é que garantam o direito dos que quiserem fazer greve sim, mas também o dos que querem continuar trabalhando.
 

Luiz Carlos Gardini  – presidente do Sincomércio de Lins

 

 

Fonte: Reprodução da internet 


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